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Olá meu nome é Ilaene

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Vou contar um pouco sobre a minha história.

Numa rua sem saída! Era assim que eu me sentia em final de 2004. Frustrada com meu ministério pastoral, com um relacionamento afetivo desfeito de modo traumático, entrando na casa dos 40 anos, duas filhas adolescentes, sem perceber caminhos por onde poderia seguir caminhando e... sozinha!

Estava vivendo uma grande crise e com dúvidas quanto ao meu chamado ministerial e objetivos de vida. Mesmo cercada por pessoas da igreja e amigos, não tinha uma pessoa de confiança que andasse perto de mim e com acesso à minha vida.

Uma pessoa para examinar a minha vida e com graça especial de Deus para me confrontar em amor dizendo a verdade sobre mim mesma, para fazer as perguntas certas, dando uma nova perspectiva e com sabedoria me ajudando a permanecer firme na fé.

Saiba mais

Veja alguns testemunhos

  • O Ministério Mulheres Mentoras para mim é a certeza de que não preciso andar sozinha e que terei o encorajamento e apoio necessário para o meu processo de desenvolvimento pessoal e Ministerial , com a Graça e Amor de Jesus.

    Dilce Azevedo Equipe Mulheres Mentoras RS
  • Viver este Ministério é compreender que posso me sentir amada e cuidada por pessoas, como um carinho do próprio Deus em minha vida. Sózinhas Não!.

    Débora Corrêa Equipe Mulheres Mentoras RS

Nosso Blog

  • Bendita ou maldita necessidade?

    Reconhecer as nossas necessidades e pedir ajuda pode ser visto como algo ruim, que nos desqualifica ou expõe, pois vivemos cercados de uma cultura onde se privilegia o fazer sozinho, sem precisar ajuda de ninguém.

  • Cuidando de si para cuidar bem do outro

    Podia ouvir meu coração batendo forte enquanto ouvia aquela mulher falar de suas dores e lutas como mãe, mulher, pastora e esposa de pastor. Chorei com ela e por ela! Como não chorar junto com estas mulheres líderes que cuidam de tantas pessoas e se sentem tão solitárias e sem cuidado.

  • A escuta e as boas perguntas nas relações de ajuda

    “Veja como ela fala bem, quando crescer vai ser advogada!”. Esta frase ouvida aos cinco anos influenciou, em grande parte, a forma como tenho me relacionado nos últimos 45 anos, ou seja, falar não é problema para mim.

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